Sou? Humano! (Poema)
Para alguns sou palhaço
Para muitos sou ator
Para poucos sou de aço
E não sinto nenhuma dor
Para eles sou idiota
Para elas sou um louco
Para alguém eu sou um nada
Para sei lá quem sou de tudo um pouco
Para alguém sou um bicho
Que apenas segue os extintos
Para algum sou um lixo
Que mesmo reciclado estrago os distintos
Sou o novo e o velho
O prego e o martelo
O amante e o amado
O singelo e o rejeitado
Sou carro
Sou asfalto
Sou avião, eu às vezes viajo
Flutuo bem alto
Esperando um olhar falso
No meio da multidão
Uns dizem que sou pirraça
Outros acham-me sem graça
Gritam que sou uma máquina de mistério
Dizem que cometo adultério
Não conhecem a minha história
Inventam-me na memória
Sou daquela forma
Eles não se importam
Para muitos sou árvore
Para outros sou plantação
Para poucos sou o ataque
Esperando um coração
Falo do mundo lá fora
Que grita chora e implora
Que vive constante intriga
Que ama contar mentira
Para uma criança sou inspiração
Para uma dama sou perfeição
Para um peculiar jovem sou um singelo cidadão
Para um idoso sou um policial à espera do ladrão
Para mim sou virtudes
Para a minha alma sou atitudes
Para a minha mente sou plenitude
Para os meus pensamentos sou um pássaro na altitude
De mim?
São diferentes conceitos
No fim?
Eu sou apenas um ser humano imperfeito
Das críticas faço escada
Para subir até à vitória
As mentiras jogo na sacada
Sei que é preciso luta para obter a glória
Enfim, sou ar
Sou rio a desaguar
Sou mar
Sou peixe a navegar
Sou mistério a desvendar
Sou herói a batalhar
Sou
Vivo na rotina de guerrear
Vivo para sonhar
Vivo para cantar
Vivo para viver
Se cair, sempre levantar
Não desanimar, não temer
Composição: Fábio Chagas.
Para muitos sou ator
Para poucos sou de aço
E não sinto nenhuma dor
Para eles sou idiota
Para elas sou um louco
Para alguém eu sou um nada
Para sei lá quem sou de tudo um pouco
Para alguém sou um bicho
Que apenas segue os extintos
Para algum sou um lixo
Que mesmo reciclado estrago os distintos
Sou o novo e o velho
O prego e o martelo
O amante e o amado
O singelo e o rejeitado
Sou carro
Sou asfalto
Sou avião, eu às vezes viajo
Flutuo bem alto
Esperando um olhar falso
No meio da multidão
Uns dizem que sou pirraça
Outros acham-me sem graça
Gritam que sou uma máquina de mistério
Dizem que cometo adultério
Não conhecem a minha história
Inventam-me na memória
Sou daquela forma
Eles não se importam
Para muitos sou árvore
Para outros sou plantação
Para poucos sou o ataque
Esperando um coração
Falo do mundo lá fora
Que grita chora e implora
Que vive constante intriga
Que ama contar mentira
Para uma criança sou inspiração
Para uma dama sou perfeição
Para um peculiar jovem sou um singelo cidadão
Para um idoso sou um policial à espera do ladrão
Para mim sou virtudes
Para a minha alma sou atitudes
Para a minha mente sou plenitude
Para os meus pensamentos sou um pássaro na altitude
De mim?
São diferentes conceitos
No fim?
Eu sou apenas um ser humano imperfeito
Das críticas faço escada
Para subir até à vitória
As mentiras jogo na sacada
Sei que é preciso luta para obter a glória
Enfim, sou ar
Sou rio a desaguar
Sou mar
Sou peixe a navegar
Sou mistério a desvendar
Sou herói a batalhar
Sou
Vivo na rotina de guerrear
Vivo para sonhar
Vivo para cantar
Vivo para viver
Se cair, sempre levantar
Não desanimar, não temer
Composição: Fábio Chagas.



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